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Sunnyvale alerta para inspeção com foco na exportação

  • 01/12/2014, São Paulo (SP)

  • O fim do embargo chinês em relação a carne bovina brasileira, que já durava dois anos, reforça possibilidade de exportação e necessidade de investimento em inspeções para controle de qualidade.

 

O fim do embargo chinês em relação a carne bovina brasileira, que já durava dois anos, reforça possibilidade de exportação e necessidade de investimento em inspeções para controle de qualidade. No mercado interno inspeção também atende RDC da Anvisa.

A recente boa notícia para a indústria de carne bovina brasileira, que foi a do final do embargo chinês, reforçou a importância de investimentos em inspeção dos produtos para gerar novas possibilidades de exportação. O embargo teve como motivação caso atípico de vaca louca, porém outras questões podem dificultar a venda de produto no exterior. Os frigoríficos precisam respeitar obrigações ligadas a inspeção e ao controle de qualidade exigidos pelos órgão reguladores internacionais.

Em território nacional, a própria Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), com o intuito de definir as melhores práticas referente a segurança alimentar, publicou em março deste ano a RDC 14/14 na qual define o que deve ser considerado matérias estranhas em alimentos, inclusive águas envasadas, bebidas, matérias-primas, ingredientes, aditivos alimentares e os coadjuvantes de tecnologia de fabricação, embalados ou a granel, destinados ao consumo humano.

Então, tanto para atender normas externas como internas, as indústrias precisam modernizar seus processos de controle de qualidade e a inspeção. Para o enquadramento e redução de riscos de contaminação na produção, os equipamentos mais indicados são os detectores de metais e o Raio X. São equipamentos com investimentos relativamente acessíveis que solucionam este gargalo dentro da produção, além de auxiliar na abertura de novos mercados, já que para exportar também é preciso respeitar órgãos reguladores estrangeiros que obrigam a inspeção e o controle de qualidade dos alimentos.

Para o gerente da área de inspeção e controle de qualidade da Sunnyvale, Daniel Sprindys, é indicado que pelo menos um dos equipamentos faça parte do processo. "São equipamentos complementares, pois o Raio X detecta diversos tipos de contaminantes que não seriam identificados pelo detector de metais, como é o caso de vidro localizado em alimentos. É um investimento que não pode ser negligenciado pela indústria, tanto para garantir a segurança do alimento ao consumidor quanto proteger suas marcas, além de atender  norma da Anvisa e obrigações para exportações", explica o executivo.

A Sunnyvale tem área específica de desenvolvimento de soluções para inspeção e controle de qualidade. Conta com linha própria de detectores de metais, fabricados pela alemã S+S, e representa no Brasil a fabricante japonesa Anritsu de Raio X, a alemã WITT para inspeção de gases em embalagens com atmosfera modificada.