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ExpoAlumínio, Setor de alumínio acredita em sucesso de acordo proposto por coalizão de associações para atender a PNRS


 

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O Compromisso Empresarial para Reciclagem (CEMPRE) esteve representado pelo seu diretor executivo, André Vilhena, no painel Acordo setorial de embalagens na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que faz parte do 12º Seminário Internacional de Reciclagem de Alumínio. A palestra tratou dos impactos já trazidos pelo acordo tanto para os empresários quanto para sociedade em geral e como os setores estão trabalhando para se adequar ao modelo proposto.

A indústria do alumínio sempre foi referência para outros setores da economia em processos de logística reversa, uma das principais exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos que começou a vigorar em 2014. Acontece que as exigências do acordo englobam setores altamente representativos para economia nacional com interesses e processos diversos, por isso a Coalizão Empresarial, apoiada pelo CEMPRE e formada por 22 associações, apresentou projeto ao Ministério do Meio Ambiente em março para que se estabeleça o acordo setorial. Pela tamanha representatividade da logística reversa no setor de alumínio, a ABAL (Associação Brasileira do Alumínio) goza de grande prestígio entre as associações que participam da coalizão.

"A grande parte das ações que propusemos já estão em prática e estamos em via de ter o primeiro relatório preliminar que mostra o impacto delas na sociedade, o que nos faz acreditar que nossa proposta será aceita pelo Ministério do Meio Ambiente em breve. O texto que apresentamos equacionou necessidades de adaptação de todos os setores envolvidos. Dessa forma a cadeia do alumínio também teve seus interesses defendidos", afirmou Vilhena.

Outro ponto importante apontado na palestra faz relação com o trabalho das prefeituras que não será substituído de maneira nenhuma pelo projeto apresentado, "a PNRS exige que as prefeituras dos municípios também se responsabilizem pela gestão compartilhada de resíduos promovendo a coleta seletiva, sob o risco de problemas com o repasse de verbas. Nós queremos melhorar os processos de reciclagem desde a qualidade das cooperativas, até aspectos tributários, o que de maneira nenhuma interfere nas responsabilidades das prefeituras", finaliza.

Vilhena ainda apontou o crescimento considerável de municípios que passaram a promover a coleta seletiva que passaram de 445 para 766 entre 2010 e 2012 e a expectativa é que em 2014 contabilizem mais de mil.

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