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Spark-tester de alta frequência (AC (STA) e DC)

  • Equipamento de teste (conforme especificado nas normas ABNT e UL) em processo de isolamento de fios e cabos elétricos.

Informação detalhada do produto Spark-tester de alta frequência

Os modelos AC são usados principalmente para fios e cabos que irão transportar energia elétrica da rede. O teste é feito em AC (Alternating Current = Corrente Alternada), ou seja, a superfície do produto é submetida a uma tensão de teste cuja polaridade alterna-se um certo número de vezes.

Os modelos DC são usados principalmente para fios e pequenos cabos que transportam sinais, notavelmente no setor de telecomunicações (teste de veias telefônicas). O teste é feito em DC (Direct Current = Corrente Contínua), ou seja, a superfície do produto é submetida a uma tensão de teste de polaridade constante durante um certo tempo.

O teste em AC é mais severo do que o teste em DC por três motivos

  • O processo de sucessivas inversões de orientação dos dipolos da capa isolante tende a fragilizar justamente seus pontos menos resistentes;
  • O ar na superfície do produto é aquecido pela movimentação superficial de cargas elétricas, e se este aquecimento é transmitido à capa, ela tem sua rigidez dielétrica diminuída em razão do aumento da temperatura.
  • Este mesmo ar, encontrando-se bastante ionizado, torna-se condutor, e provê uma melhor distribuição da tensão de teste sobre a superfície do produto.

Em razão disso, a norma de ensaios em spark-testers da NBR estipula uma tensão de teste em AC e uma equivalente em DC que são bastante diferentes; a tensão em DC é maior que o pico da tensão em AC.

Em razão da maior agressividade do teste em AC, este tem a tendência de não apenas detectar furos na capa isolante, mas também furar esta capa quando ela encontra-se muito fina, seja por estar muito fora de centro, seja por conter algum contaminante condutor.

Por outro lado, o teste em DC normalmente não chega a furar a camada isolante, porém é um método 100% seguro (caso sejam usadas tensões de teste apropriadas) para detectar todos os defeitos e furos (mesmo que muito pequenos) que atravessem a capa.

O tipo DC não induz grande corrente superficial sobre o produto. Basta espalhar cargas elétricas uma única vez para a tensão na superfície externa atingir o valor nominal do teste; não precisa ficar sucessivamente tirando e injetando cargas como no modelo AC. Ao contrário do modelo AC, as cargas espalhadas na superfície continuam lá mesmo após o produto testado deixar o eletrodo. Um conjunto de correntes de esferas aterrado, na saída do equipamento, tem o papel de "varrer" estas cargas, impedindo que se deposite uma carga elétrica grande na bobina em formação.

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